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domingo, 3 de junho de 2012

Princípio número 1 de Steve Jobs: Faça o que você gosta.


Se existe alguém que se destacou neste século passado e princípio deste século foi Steve Jobs. Ele criou, inovou, empreendeu, desenvolveu, contratou, foi demitido, recriou, renasceu e como todos nós temos um só destino, ele nos deixou.
        Um verdadeiro exemplo de personalidade que buscou proporcionar uma vida melhor a todos que tivessem ao seu alcance uma maquininha de “0” e “1”. É isso mesmo! Tudo o que seu computador faz está definido pelas quantidades de zeros e uns que ele trata e que no final das contas vira um novo código em formato de linguagem e vai gerar tudo isso que vemos e utilizamos no nosso cotidiano. Nesta sua jornada ele aprendeu na prática várias formas de fazer certo e de errar também e nos deixou 7 Princípios que nortearam a sua vida. São coisas básicas mas que ao mesmo tempo nos fazem entender o que podemos fazer para buscar forças, nos motivar, nos ajudar a motivar outras pessoas e assim seguir rumo aos nossos objetivos. Estes princípios são válidos para a sua carreira e certamente se encaixam na sua vida pessoal. Neste artigo vou tratar do Princípio número 1: FAÇA O QUE VOCÊ GOSTA.

Princípio 1- “Faça o que você gosta”. Steve Jobs seguiu seu coração durante toda a sua vida e isso, ele afirma, fez toda a diferença.

Ah! Isso não dá para acontecer da noite para o dia! Certamente esta deve ser a sua primeira reação e você não está errado não. É muito difícil iniciar uma vida profissional fazendo o que se mais gosta de fazer. Pouquíssimas pessoas têm esse deleite. Por outro lado isso não te impede de buscar Fazer o que você mais gosta. Isso te motiva, te dá um novo Norte e te abre janelas que em outras situações passariam despercebidas por você. Mude de canal!

Se você se sente preso a um emprego que não gosta, tome providências hoje mesmo. Tome uma atitude que te ajude a encontrar aquilo que você faria mesmo se não te pagassem nada pelo seu trabalho. Comece pelas pequenas atitudes mês que sejam direcionadas, faça um curso, busque contatos, interesse pelo setor que tanto te agrada. Não fique parado, nunca! Busque a sua nova empresa ou seu novo cargo hoje!

Você poderia imaginar que um piloto de avião poderia se tornar um grande empresário cultural e inovador social ajudando milhares de adolescentes criados à margem da sociedade? Pois esta história aconteceu com Bill Strickland, um garoto oriundo de família pobre que depois de formado encontrou na aviação uma forma sobreviver financeiramente. Certo dia fora dispensado e poderia buscar uma recolocação em oura empresa de aviação mas aquilo ainda não era o que mais gostava de fazer. Passou a dar aulas de cerâmica para adultos e crianças. Daí para frente ele criou uma organização cultural e tornou-se uma referência em inovação social nos EUA proporcionando cursos de cerâmica, culinária, mobiliário personalizado, culinária e música para crianças e adolescentes carentes.

“A paixão não te protegerá dos reverses mas assegurará que nenhum fracasso é definitivo. Ela é o combustível emocional que move sua visão. É o que você agarra quando suas ideias são desafiadas e as pessoas o rejeitam, quando você é desprezado pelos “especialistas” e pelas pessoas próximas à você. É o combustível que te mantém de pé quando não há validação externa para seus sonhos”.

Faça o que você gosta e apaixone-se pelo que você faz!

domingo, 22 de abril de 2012

Os sete Princípios de Steve Jobs.


 O que fazer para chegar ao sucesso? Que passos tomar? Por que algumas pessoas chegam lá e outras não? Qual a principal característica que devo ter para chegar lá? Essas e outras tantas perguntas poderiam ser feitas a muitas personalidades do nosso tempo e certamente teríamos algo em comum em todas as respostas. Escolhi Steve Jobs pois certamente o seu legado em produtos ou serviços abrange qualquer ser humano de 0 à 200 anos de idade. Somente o fato de você estar lendo este artigo já significa que está fazendo uso de alguma de suas criações mesmo que você esteja usando um PC ou notebook com o sistema operacional da Microsoft você estará usando fontes (as letras que compõem as palavras de cada texto) criadas por ele, se estiver acessando um Ipod a situação fica ainda mais direta.


        Este gênio do nosso tempo cultivava alguns princípios muito importantes e comuns às pessoas que alcançam sucesso em suas profissões e até na sua vida pessoal. Leia com atenção e coloque em prática a partir de hoje, faça uso contínuo e regular deles e observe os resultados que surgirão desde então. Vamos a eles?                                        

Princípio 1- “Faça o que você gosta”. Steve Jobs seguiu seu coração durante toda a sua vida e isso, ele afirma, fez toda a diferença.

Aqui ele fala da sua carreira, das coisas que gosta de fazer ou que faz sem a importância da remuneração. Seria como se o seu trabalho fosse voluntário.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Caçando e formando talentos na empresa.




Outro dia estava pensando em como fazemos para formar talentos nas empresas e me deparei com a seguinte situação: normalmente a sociedade e por tabela as empresas, escolhem sempre os mais fortes, os mais belos, os mais inteligentes, os mais eloqüentes, os mais sagazes, os mais espertos e assim por diante. Sempre os “MAIS” alguma coisa. Então fica a seguinte pergunta: o que fazer com os outros? Onde devemos colocá-los? Devemos eliminá-los? Claro que não! O mundo está cheio de exemplos de personalidades que durante muitos anos foram sequer percebidas quando participavam de um processo seletivo ou quando submetidos a qualquer prova, estes exemplos avançam por todos os setores e cabe aos gestores transformar esta matéria bruta em arte.




No mundo corporativo buscamos sempre o caminho mais rápido que nos leva ao sucesso e isso é normal, pois está diretamente ligado à sobrevivência da nossa empresa, mas a história nos revela fatos e pessoas que, por não terem um talento tão à flor da pele, tiveram que se esforçar muito até chegarem ao seu objetivo. Se lembrarmos a trajetória do jogador de futebol Cafú, capitão do pentacampeonato de futebol, veremos que foi rejeitado por muitos clubes chegando até a pensar em desistir da carreira. Se lêssemos o livro da sua vida de trás para frente iríamos achar que a sua trajetória foi sempre vitoriosa apesar de toda a dificuldade encontrada no caminho uma vez que ele alcançou o sucesso e essa é a parte que conhecemos. Toda história contada de trás para frente pode parecer mais fácil e simples do que fora a realidade. Que clube contrataria Garrincha nos dias de hoje? Nenhum! Ele sequer passaria em um exame médico e já seria barrado antes mesmo de entrar em campo dada a (de)formação de suas pernas. E por aí vai...


                                    


É dever de todo gestor ou líder ter olhos críticos para selecionar aqueles que vão trazer sucesso para seu empreendimento, mas também para preparar aqueles que serão o seu futuro porque poucos são os que já nascem com “uma estrela na testa” ou com o “bumbum virado para a lua” como se diz popularmente e em geral todos precisam se esforçar bastante, ser persistentes, resilientes, convencidos de que têm algo a oferecer e dispostos a enfrentar toda sorte de barreiras. Nós somos responsáveis pelo aparecimento (e desaparecimento momentâneo) destas figuras notórias que talvez no universo corporativo não tenham a mesma fama ou dimensão que nos esportes ou televisão, mas que fazem a diferença para as grandes (e boas) empresas. Daí os headhunters (caçadores de cabeças pensantes, é claro). O que fazer então para que estes talentos aflorem? Devemos dar voz a estes profissionais de forma que suas idéias avancem dentro da empresa, devemos criar fóruns para geração de idéias, convidá-los a participar de projetos para que passem de ouvintes a contribuintes em pouco tempo enfim devemos ser seus facilitadores ou coachers (treinadores). Alguém precisa acreditar nestes potenciais colaboradores que, por muitas razões, se encontram encobertos ou invisíveis em algum lugar dentro da sua empresa e essa é a função dos líderes: encontrá-los. Atualmente conseguimos sair do anonimato à fama em questão de horas dada a velocidade com que a informação corre o mundo e já que boas idéias não saem exclusivamente de cabeças inteligentes, devemos ficar atentos a todas as oportunidades que surjam na empresa e “alimentá-las” da melhor maneira possível. Boas idéias são o estopim para bons negócios e podem resultar em grandes avanços ou até em mudanças radicais na linha de produtos ou ramo de atividade de uma empresa, mas precisam ser suportadas ou serão simplesmente boas idéias.

Nokia: empresa finlandesa criada em 1865 que inicialmente era uma fábrica de papel, passou então a produzir botas de borracha e armários de madeira no final do século XIX e na primeira década do século seguinte passou a fabricar cabos elétricos. Atualmente detém aproximadamente 34% do mercado mundial de venda de celulares. Como será que ocorreram tantas mudanças?

Hewlett-Packard: empresa estadunidense fundada em 1939 por dois jovens estudantes cujo primeiro produto foi um oscilador de áudio que mais tarde fora adquirido pela Disney para uso no filme Fantasia em 1940. Na década de 50 constroem contadores de freqüência e em 1966 estréiam no universo dos computadores com o seu HP2116A com 4Kb de memória (inacreditável para os dias de hoje!)

Assim como estas, muitas empresas iniciaram suas atividades em garagens, laboratórios de universidades e dada à iniciativa e persistência de jovens estudantes foram crescendo e tomando forma. Tempos depois foram ganhando contratos e continuaram a crescer e adquirir outras empresas de ramos diferentes, tornando-se grandes impérios em diversos segmentos. Copiando um programa de TV, devemos perguntar a cada colaborador “Qual é o seu talento?” e deixar que este talento aflore. Importante ressaltar que não estamos falando de se fazer o que quer, estamos falando de apreciar as boas idéias e reconhecer as capacidades existentes dentro da empresa transformando-as em produtos ou serviços a serem oferecidos aos clientes. Nada disso é fácil e tampouco acontece sem esforço por mais rápido que sejam os acontecimentos dada a velocidade que as informações circulam entre nós.

Programas de estágios bem elaborados são celeiros de formação de profissionais que podem ser aproveitados pela empresa ou serão absorvidos pelo mercado, mas que sobretudo irão contribuir para o crescimento de mão de obra qualificada. Programas de recompensa ajudam a gerar economia para a empresa e estimular seus colaboradores a gerar soluções. Preparações de substitutos em diversas funções através de treinamentos internos são poderosas fontes de solução em casos de contingência ou de perda de colaboradores por qualquer razão.


E você que está aí sentado lendo este texto agora: Qual é o seu talento? O que você sabe fazer bem e que pode te levar ao seu desejo pessoal e profissional?

Pense nisso e tenha sucesso!