Pesquisa personalizada
Mostrando postagens com marcador desenvolvimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desenvolvimento. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de novembro de 2011

Aprendendo a pensar em equipe: a História da Ratoeira.


Às vezes pensamos que olhando somente as nossas tarefas estamos fazendo a coisa certa, mas nem sempre é. Certo que cada um deve cuidar de seus afazeres e cumpri-los da melhor maneira possível, com qualidade, sem retrabalhos e nos prazos acordados, mas não podemos negligenciar os sinais que surgem para nos dizer que devemos tomar um novo rumo, uma nova direção. Já vi profissionais inteligentes, competentes e que poderiam ter uma carreira de sucesso, sucumbirem pela autoconfiança ou até mesmo arrogância de achar que fazendo a sua parte estariam fazendo o que é certo e, desta forma, negligenciando o pensamento em equipe.

No texto abaixo vamos entender um pouco melhor por que devemos ficar atentos aos sinais que o mercado de trabalho nos apresenta e que podem ser percebidos por outro setor que não o nosso. Ao sinal de alerta devemos nos unir para buscar uma solução.

A Ratoeira


Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote e pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado e correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa!
A galinha:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco:
- Há ratoeira na casa, ratoeira!
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Senhor será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca:
- Há ratoeira na casa!
- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido pensando em encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que ocorreu. No escuro ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa e ao se aproximar a cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital porém ela voltou do hospital ainda com muita febre e todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro então pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal da sua canja.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la e, para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco mas a mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio então para o funeral e o fazendeiro sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.


Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um, é problema de todos.

domingo, 5 de junho de 2011

Como será o amanhã? Responda quem puder.


Em tempos de tanta versatilidade, competências e mudanças tão rápidas me dou o direito de escrever sobre vários assuntos em um só artigo afinal a geração atual consegue estudar vendo TV, ouvindo rádio, com fone de ouvido do Ipod em frente ao notebook teclando nas redes sociais. Há 20 anos qualquer pedagogo diria que isso seria impossível. Então vamos lá!

Plano de vida: que tal começar pensando em como vai ser a próxima semana? Depois o próximo mês e depois o próximo ano? Já é um grande passo mas ainda pequeno se pensarmos que algumas empresas pensam em como serão os próximos cinco, dez ou quinze anos. Vamos pensar na semana que vem. Será que você só terá espaço para o trabalho? Ou estudo? Ou tomar conta de casa? Tudo isso é muito importante mas não suficiente. Todos nós somos capazes de projetar as nossas vidas através de nossos anseios e assim caminharmos em uma direção previamente definida e não deixar o barco da nossa vida ser conduzido pelo vento ou navegar sem direção. Quem de nós não conhece uma pessoa que entra ano e sai ano e não cria novas oportunidades? É muito importante que você estabeleça e visualize onde quer estar no futuro e não espere muito porque o futuro chega muito rápido.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Como Fazer Acontecer


                                                20 Caminhos para um efetivo fazer acontecer

                                              ________________________________________

"Coloque as idéias em ação. Lembre-se que uma idéia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande idéia arquivada". Em nossa "Dicas Tilibra - Como ser criativo" você viu, entre as 20 maneiras de ser mais criativo, a recomendação acima. Pesquisas junto a presidentes de empresas reforçam a importância dessa dica. Grande número de executivos dizem: "Em nossa empresa muitas pessoas têm idéias. Poucas, porém, são aquelas que conseguem fazer as idéias realmente acontecerem...". A capacidade de fazer acontecer parece ser, nos dias de hoje fundamental para o sucesso. Seja na escola, no trabalho, na vida.
Oscar Motomura, diretor do GRUPO AMANA-KEY, organização de vanguarda que desenvolve executivos e empresas para os desafios dos novos tempos, parceira da Tilibra em projetos educacionais, preparou as seguintes dicas especialmente para você. Um presente Tilibra, pois pensar é bom. Mas fazer acontecer é muito melhor.

                                              ________________________________________

1. Visualize com detalhes, como se tudo já estivesse realizado. Imagine com detalhes o estado desejado. Essa imagem cristalina é algo que irá naturalmente orientá-lo quanto ao que deve ser feito (como começar, etc.).

sábado, 18 de dezembro de 2010

A lição dos gansos



"Quando um ganso bate as asas, cria um vácuo para o pássaro seguinte. Voando numa formação em V, o bando inteiro tem o seu desempenho 71% melhor do que se a ave voasse sozinha."
Lição: Pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade, podem atingir seus objetivos mais rápido e facilmente.


"Sempre que um ganso sai da formação, sente subitamente a resistência por tentar voar sozinho.
Rapidamente, volta para a formação, aproveitando a aspiração criada pelo vácuo da ave imediatamente à sua frente."
Lição: Se tivermos tanta sensibilidade quanto um ganso, permaneceremos em formação com aqueles que se dirigem para onde pretendemos ir e nos disporemos a aceitar a sua ajuda, assim como prestar a nossa aos outros.

Qual a diferença entre pós-graduação lato sensu e stricto sensu?


 Lato Sensu

As pós-graduações lato sensu compreendem programas de especialização e incluem os cursos designados como MBA - Master Business. Com duração mínima de 360 horas e ao final do curso o aluno obterá certificado e não diploma, ademais são abertos a candidatos diplomados em cursos superiores e que atendam às exigências das instituições de ensino - art. 44, III, Lei nº 9.394/1996.

Os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu presenciais (nos quais se incluem os cursos designados como MBA - Master Business Administration), oferecidos por instituições de ensino superior, independem de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento e devem atender ao disposto na Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007.

Os cursos de pós-graduação lato sensu à distância podem ser ofertados por instituições de educação superior, desde que possuam credenciamento para educação a distância.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Caçando e formando talentos na empresa.




Outro dia estava pensando em como fazemos para formar talentos nas empresas e me deparei com a seguinte situação: normalmente a sociedade e por tabela as empresas, escolhem sempre os mais fortes, os mais belos, os mais inteligentes, os mais eloqüentes, os mais sagazes, os mais espertos e assim por diante. Sempre os “MAIS” alguma coisa. Então fica a seguinte pergunta: o que fazer com os outros? Onde devemos colocá-los? Devemos eliminá-los? Claro que não! O mundo está cheio de exemplos de personalidades que durante muitos anos foram sequer percebidas quando participavam de um processo seletivo ou quando submetidos a qualquer prova, estes exemplos avançam por todos os setores e cabe aos gestores transformar esta matéria bruta em arte.




No mundo corporativo buscamos sempre o caminho mais rápido que nos leva ao sucesso e isso é normal, pois está diretamente ligado à sobrevivência da nossa empresa, mas a história nos revela fatos e pessoas que, por não terem um talento tão à flor da pele, tiveram que se esforçar muito até chegarem ao seu objetivo. Se lembrarmos a trajetória do jogador de futebol Cafú, capitão do pentacampeonato de futebol, veremos que foi rejeitado por muitos clubes chegando até a pensar em desistir da carreira. Se lêssemos o livro da sua vida de trás para frente iríamos achar que a sua trajetória foi sempre vitoriosa apesar de toda a dificuldade encontrada no caminho uma vez que ele alcançou o sucesso e essa é a parte que conhecemos. Toda história contada de trás para frente pode parecer mais fácil e simples do que fora a realidade. Que clube contrataria Garrincha nos dias de hoje? Nenhum! Ele sequer passaria em um exame médico e já seria barrado antes mesmo de entrar em campo dada a (de)formação de suas pernas. E por aí vai...


                                    


É dever de todo gestor ou líder ter olhos críticos para selecionar aqueles que vão trazer sucesso para seu empreendimento, mas também para preparar aqueles que serão o seu futuro porque poucos são os que já nascem com “uma estrela na testa” ou com o “bumbum virado para a lua” como se diz popularmente e em geral todos precisam se esforçar bastante, ser persistentes, resilientes, convencidos de que têm algo a oferecer e dispostos a enfrentar toda sorte de barreiras. Nós somos responsáveis pelo aparecimento (e desaparecimento momentâneo) destas figuras notórias que talvez no universo corporativo não tenham a mesma fama ou dimensão que nos esportes ou televisão, mas que fazem a diferença para as grandes (e boas) empresas. Daí os headhunters (caçadores de cabeças pensantes, é claro). O que fazer então para que estes talentos aflorem? Devemos dar voz a estes profissionais de forma que suas idéias avancem dentro da empresa, devemos criar fóruns para geração de idéias, convidá-los a participar de projetos para que passem de ouvintes a contribuintes em pouco tempo enfim devemos ser seus facilitadores ou coachers (treinadores). Alguém precisa acreditar nestes potenciais colaboradores que, por muitas razões, se encontram encobertos ou invisíveis em algum lugar dentro da sua empresa e essa é a função dos líderes: encontrá-los. Atualmente conseguimos sair do anonimato à fama em questão de horas dada a velocidade com que a informação corre o mundo e já que boas idéias não saem exclusivamente de cabeças inteligentes, devemos ficar atentos a todas as oportunidades que surjam na empresa e “alimentá-las” da melhor maneira possível. Boas idéias são o estopim para bons negócios e podem resultar em grandes avanços ou até em mudanças radicais na linha de produtos ou ramo de atividade de uma empresa, mas precisam ser suportadas ou serão simplesmente boas idéias.

Nokia: empresa finlandesa criada em 1865 que inicialmente era uma fábrica de papel, passou então a produzir botas de borracha e armários de madeira no final do século XIX e na primeira década do século seguinte passou a fabricar cabos elétricos. Atualmente detém aproximadamente 34% do mercado mundial de venda de celulares. Como será que ocorreram tantas mudanças?

Hewlett-Packard: empresa estadunidense fundada em 1939 por dois jovens estudantes cujo primeiro produto foi um oscilador de áudio que mais tarde fora adquirido pela Disney para uso no filme Fantasia em 1940. Na década de 50 constroem contadores de freqüência e em 1966 estréiam no universo dos computadores com o seu HP2116A com 4Kb de memória (inacreditável para os dias de hoje!)

Assim como estas, muitas empresas iniciaram suas atividades em garagens, laboratórios de universidades e dada à iniciativa e persistência de jovens estudantes foram crescendo e tomando forma. Tempos depois foram ganhando contratos e continuaram a crescer e adquirir outras empresas de ramos diferentes, tornando-se grandes impérios em diversos segmentos. Copiando um programa de TV, devemos perguntar a cada colaborador “Qual é o seu talento?” e deixar que este talento aflore. Importante ressaltar que não estamos falando de se fazer o que quer, estamos falando de apreciar as boas idéias e reconhecer as capacidades existentes dentro da empresa transformando-as em produtos ou serviços a serem oferecidos aos clientes. Nada disso é fácil e tampouco acontece sem esforço por mais rápido que sejam os acontecimentos dada a velocidade que as informações circulam entre nós.

Programas de estágios bem elaborados são celeiros de formação de profissionais que podem ser aproveitados pela empresa ou serão absorvidos pelo mercado, mas que sobretudo irão contribuir para o crescimento de mão de obra qualificada. Programas de recompensa ajudam a gerar economia para a empresa e estimular seus colaboradores a gerar soluções. Preparações de substitutos em diversas funções através de treinamentos internos são poderosas fontes de solução em casos de contingência ou de perda de colaboradores por qualquer razão.


E você que está aí sentado lendo este texto agora: Qual é o seu talento? O que você sabe fazer bem e que pode te levar ao seu desejo pessoal e profissional?

Pense nisso e tenha sucesso!