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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Steve Jobs e as três histórias


Muitas vezes somos levados a pensar em qual a razão para algumas pessoas terem sucesso na vida e outras não. Esta reflexão deve ser sempre acompanhada de alguns fotos que nos ajudem a entender este dilema. Em Junho de 2005, Steve Jobs proferiu um discurso para a turma de graduandos da Universidade de Stanford onde contava três histórias que valem a nossa atenção e reflexão. Aproveite seus próximos 15 minutos e assista a este vídeo (legendas em Português).



"Novamente, você não pode ligar os pontos olhando para a frente; você apenas pode ligá-los olhando para trás. Então você tem que confiar que os pontos vão, de alguma forma, se ligar no seu futuro. Você tem que confiar em alguma coisa – sua força, destino, vida, carma, qualquer coisa. Isso nunca me deixou na mão, e tem feito toda a diferença na minha vida."


"Eu não enxerguei naquela época, mas o fato é que ter sido demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser um novato novamente, menos certo sobre tudo. Me liberou para entrar em um dos períodos mais criativos da minha vida."




"Seu tempo é limitado, então não o desperdicem vivendo a vida dos outros. Não sejam amarrados por dogma – que é viver com os resultados dos pensamentos de outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros afogar sua própria voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição. De alguma forma eles já sabem o que você verdadeiramente quer se tornar. Todo o resto é secundário."

video


"Mantenham-se famintos. Mantenham-se tolos"

Steve Jobs - Stanford - June 2005

domingo, 21 de novembro de 2010

Como enviar e-mails eficazes?


Nos dias atuais sem dúvida alguma o correio eletrônico é o mecanismo mais fácil quando se trata de contatar uma pessoa, mas existem alguns pontos que precisam ser lembrados na hora de escrever uma mensagem. Se você já ficou sem receber respostas ou recebeu uma informação sobre algo que não formulou em sua pergunta então é hora de você ler este texto.

Emails são como redações que devem ter seu início, meio e fim mesmo que sejam de poucas ou pouquíssimas linhas. Estes cuidados devem ser observados na hora em que escrevemos um email, pois é através da eficácia do seu texto que você obterá a resposta certa já no primeiro contato. Devemos também levar em consideração um texto gramaticalmente correto e, neste caso, o uso do corretor ortográfico pode ser de muito valor. Vamos ver o que pode ser feito neste sentido tanto no campo corporativo como no email particular, pois as regras são muito semelhantes:

Destinatário(s):

Para (To) - O destinatário deverá ser em geral aquele que te enviou a mensagem, porém há casos em que a resposta deve ser enviada para outra pessoa que está sendo copiada na mensagem que você recebeu. Copiar ou não a pessoa que inicialmente te enviou a mensagem é uma questão do contexto.

Com Cópia (Carbon Copy - Cc) - Usa-se em geral para discussões em grupo ou solicitação de opinião que devem ser respondidas à pessoa que enviou a mensagem com cópia para as demais.

Com Cópia Oculta (Blind Carbon Copy - Bcc) - Nos emails particulares devemos ter o cuidado quando se trata de mensagens de brincadeiras ou semelhantes, pois neste caso o correto é enviarmos para os nossos amigos sempre como Bcc de forma à protegê-los de receberem outros emails de outras pessoas que sequer o conhecem e, às vezes, com um conteúdo inapropriado. Outro fato importante é que estas mensagens acabam chegando às mãos de vendedores que usam a rede de computadores e que passarão a enviar mensagens com grande freqüência. Já do lado corporativo o Cco ou Bcc é usado quando queremos apenas que uma pessoa ou grupo de pessoas sejam sabedores de uma situação sem que as demais tenham conhecimento deste fato. Seu uso deve ser de qualquer forma ético e adequado à situação em questão.

Assunto:

Não conte todo objetivo neste campo, ele deve ser um resumo apenas e não deve conter entre 6 e 8 palavras. Se for marcar uma reunião cuja pauta já é de conhecimento, neste caso, este campo pode ser o próprio convite não havendo necessidade de escrever no corpo da mensagem que seguirá em branco.

Um tema por mensagem:

Não misture assuntos na mesma mensagem, cada assunto deve ser tratado em uma mensagem de forma a manter coerência, priorização e foco. Caso contrário você poderá receber uma resposta de algo que só vai ocorrer daqui a um mês e aquilo que vai acontecer amanhã ficará sem resposta.

Vá direto ao assunto:

Mesmo que tenha início, meio e fim não fique escrevendo muito, pois você corre o risco de não ser lido. Lembre-se que estamos na Era da comunicação, mas estamos nos comunicando cada vez menos ou com menor qualidade e com tantas mensagens recebidas seu leitor pode não ter tempo suficiente para ler a sua. Seja breve e conciso e tente fazê-la de forma que caiba na tela. Deixe para contar a história pessoalmente.

Dê opções quando quiser ser objetivo:

Não perca tempo explicando o que não é necessário e se for uma questão de dar opções de escolha, deixe bem clara quais são as do seu leitor.

Identifique-se:

Para primeiros contatos é importante uma breve apresentação mas seja breve pois seu leitor não quer ler a sua autobiografia. Se seu destinatário já te conhece então nada de apresentações. Vale à pena tê-la no rodapé de sua mensagem apenas.

Releia seu texto antes de enviá-lo:

Quando se trata de assuntos polêmicos o cuidado deve ser redobrado. Frases bem colocadas, com lógica e estrutura farão do seu texto algo apreciado pelo seu leitor. Tratamentos adequados, cordialidade são formas de boa apresentação, no entanto lembre-se que muitas vezes tudo o que precisa ser escrito é “Aprovado” ou “Favor enviar as próximas mensagens sobre este assunto para fulano de tal” então não perca tem explicando os “Porquês”. Cuidado com parágrafos repetidos, porém escritos de forma diferente (textos ambíguos).

Use o sublinhado quando necessitar realçar uma data, uma palavra importante ou um nome, mas não exagere no seu uso.

Use o negrito quando quiser chamar bastante a atenção para um fato mas lembre-se que dependendo do contexto ele será entendido como se você estivesse “falando” alto e secamente. O mesmo acontece com uma palavra escrita com letras maiores. Certamente que, se tudo estiver bem, o sublinhado e o negrito serão percebidos como simples sinais de alerta.

Com tantas mensagens na nossa caixa postal devemos lembrar que, vez ou outra, o nosso leitor poderá falhar e não ler a sua mensagem ou dar a ela a prioridade que você deseja. Deixe bem claro na sua mensagem qual a expectativa de resposta com relação ao prazo e se não receber em tempo, ligue pois às vezes as mensagens não chegam.

Nota: para os casos em que o texto deve ser necessariamente grande, coloque esta informação em destaque no campo Assunto ou no início do corpo do seu texto.

Não abordei aqui o linguajar usado na internet (vc, blz, ashusasshua, iae, naum, koe, etc), pois entendo que se trata de um desvio de nossa grafia e que não deve ser usado, sob qualquer hipótese, em e-mails corporativos. E-mail particular é problema particular, porém lembre-se que “O uso do cachimbo faz a boca torta”.

Comunique-se bem!



domingo, 14 de novembro de 2010

A Mente Humana - Programação Neurolinguística


A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam estes atos positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá independentemente de sua vontade e pode proporcionar ou não resultados positivos para você. Um cientista de Phoenix - Arizona queria provar essa teoria e precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências. Conseguiu um em uma penitenciaria, era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri onde existe pena de morte executada em cadeira elétrica. Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última o fim. Ele teria uma chance de sobreviver caso o sangue coagulasse e se isso acontecesse, ele seria libertado; caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém teria uma morte sem sofrimento e sem dor. O condenado aceitou, pois era preferível desta forma a morrer na cadeira elétrica.

O condenado foi então colocado em uma cama alta, dessas de hospital, tendo seu corpo imobilizado. Fizeram um pequeno corte em seu pulso e embaixo do pulso foi colocada uma pequena vasilha de alumínio. Disseram a ele que ele ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia sendo o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado. Sem que ele soubesse, debaixo da cama havia um frasco de soro com uma pequena válvula, ao cortarem o pulso abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que o som do gotejamento era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio (quando na verdade era o soro do frasco). De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo e com o passar do tempo ele foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou por completo a válvula o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu sem ter perdido sequer uma gota de sangue. O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja algo positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo tanto na parte orgânica ou psíquica. Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia ou o certo do errado, ela simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.

"Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar".

Esta história, apesar de seu fim trágico e inalterado para o preso, demonstra claramente a necessidade de criarmos um filtro protetor a estas invasões externas. Os primeiros ouvintes de tudo o que falamos somos nós mesmos e isso ocorre até quando apenas pensamos em algo que está por vir. Não se trata apenas de falar coisas boas, mas de pensar também. Mesmo que você seja cético sobre este assunto, você deve considerar que há um desgaste emocional quando antevemos apenas situações perigosas, difíceis ou conturbadas.

Pense na seguinte situação onde você tem uma pessoa X conhecida ou da família que está bem doente e internada. O telefone toca tarde da noite e ao atender você reconhece a voz de uma pessoa Y da família que tem relação direta com X. Qual será o seu primeiro pensamento? Certamente que X piorou ou até se foi, certo? Por que isso acontece? Por que sempre somos levados a pensar no pior? Esta mesma ligação poderia ser para informar de uma melhora ou até para se organizarem para uma visita ao enfermo no dia seguinte, porém o que normalmente acontece é pensarmos no pior.

Nas empresas é comum ficarmos sobressaltados quando o chefe que, não está de “cara muito boa”, nos chama para sua sala. Normalmente nos encaminhamos muito desconfiados (principalmente se estamos atrasados com alguma tarefa) e com pensamentos mil tentando descobrir como “o homem” está. Pode ser que ele esteja apenas nos chamando para informar que não está bem e que precisa de nossa ajuda em alguma tarefa naquele dia, mas este pensamento bom sequer passa pela nossa cabeça.

Este estado de alerta constante para situações negativas é o grande responsável por ansiedade, estresse, dores no corpo e alterações emocionais que nos tiram a saúde, o bom humor e a motivação. Devemos nos programar e nos condicionar a não dar valor a estas situações no nosso dia a dia para que a nossa mente não nos conduza a reações desnecessárias ou impróprias quando diante de um debate ou quando pressionados por uma necessidade emergente. Os nossos ouvidos e o nosso cérebro são os primeiros a ouvirem tudo o que falamos e pensamos e isso ocorre em uma fração de segundos. Já vi um funcionário, cobertos de razão, iniciar um debate caloroso (discussão) por estar em estado de alerta “negativo” e interpretar mal uma pergunta em tom de brincadeira e puramente amistosa. A resposta dada ao seu chefe foi considerada inadequada e imprópria para a ocasião (diante de vários colegas de trabalho) e resultou em uma advertência verbal.

Personalidades de sucesso.

Então, o que fazer? Como agir para ser bem sucedido?

1- Manter a calma é sempre o princípio de tudo e dá sustentação às decisões mais acertadas. Nunca tome decisões quando estiver nervoso. Saia da situação e retorne quando a poeira estiver baixa e haja com calma.
2- Respire profunda e calmamente para oxigenar seu cérebro e fazer com que as idéias surjam mais facilmente. Reduzir os batimentos cardíacos e “alimentar” a sua CPU tem grande valor nestes momentos.
3- Evite trazer para discussão assuntos antigos e mantenha o foco na situação atual. Desligue-se temporariamente do passado e não deixe que a situação te leve de volta no tempo trazendo assuntos que não estejam ligados ao atual.
4- Mantenha sempre o controle da situação por mais que ela pareça estar fora de controle. Há casos em que não podemos fazer nada: um amigo ou parente está na sala de cirurgia, neste caso apenas os médicos podem resolver o problema no campo físico.
5- Busque focar em uma nova solução. No caso do preso, foi dada a opção de “morrer lentamente e sem dor” (primeiro pensamento) ou não morrer e ser solto caso o sangue coagulasse (pensamento correto ou pensamento lateral – ver postagem neste blog sobre este assunto). Ele erroneamente optou pela sua morte quando deixou de pensar em uma possível solução para sobreviver.
6- Busque ajuda com a pessoa certa para os problemas que podem ser resolvidos. Para aqueles problemas que não se tem controle, deixe com quem de direito para encontrar a solução.
7- Proteja-se de pessoas e conversas negativas, pois elas somente te deixam ainda mais enfraquecido sugando sua energia. Livre-se delas.

Enfim, o pensamento e a atitude positivos trazem para seu corpo e mente uma sensação agradável de conforto e bem estar que vão te permitir relaxar e tomar decisões baseadas em fatos e não apenas em emoções. Certamente não é fácil sair de uma situação destas de conflito ou quando nos sentimos pressionados pelo tempo, pela sobrevivência ou pelos resultados, mas se começarmos a praticar um pouco a cada dia, a nossa mente vai agradecer.

No vídeo a seguir veremos uma experiência sobre condicionamento envolvendo macacos. Os reflexos do grupo, depois de submetido a uma pré-determinada situação, eram sempres os mesmos até quando já não existia mais o problema inicial. Se podemos nos deixar condiconar negativamente, é claro que podemos fazê-lo do lado positivo. Não perca tempo, começe a praticar já.

   

sábado, 13 de novembro de 2010

Quanto você vale ?


Um dia um jovem rapaz desanimado com a vida e com as pessoas procurou um filósofo para ajudá-lo e disse:
- Venho aqui, professor, porque me sinto inútil e não tenho ânimo. Dizem que não sirvo para nada, que não faço tarefas bem feitas, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor sem olhá-lo disse:
- Sinto muito meu jovem mas não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. Fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudá-lo.
- Claro professor! Gaguejou o jovem que se sentiu mais uma vez desvalorizado.
O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao jovem e disse:
- Monte meu cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma divida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse até o momento em que o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar aquele anel.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.
- Professor sinto muito mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas acho que não se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que você disse meu jovem, contestou sorridente o mestre, devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele lhe dá. Mas não importa o quanto lhe ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso dar mais do que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem surpreso exclamou:
- 58 moedas de ouro!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com o tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas mas... se a venda é urgente só posso ofertar 58 mpoedas de ouro.
O jovem correu emocionado de volta para contar o ocorrido. O professor, depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, disse:
“Você é como esse anel, meu rapaz; uma jóia valiosa e única e que só pode ser avaliada por pessoas que saibam reconhecer o valor de outras pessoas. Todos nós somos como esta jóia, valiosos e especiais e andamos pelos mercados da vida sendo avaliados por pessoas erradas que nos fazem perder a confiança e a crença em nossos próprios talentos.”

Texto da internet – Fonte desconhecida.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

As 20 atitudes da Águia


As 20 atitudes da Águia

1. Meta: Saber exatamente o que deseja alcançar
2. Estratégia: Definir a forma de atingir os objetivos
3. Visão de Longo Alcance: Enxergar de longe o objetivo e os obstáculos
4. Foco: Escolher exatamente um alvo
5. Planejamento: Planejar o modo de chegar ao seu objetivo
6. Preparação: Antecipar todas as ações e providências de modo a estar apto para a ação
7. Concentração: Não se dispersar no momento de agir
8. Paciência: Aguardar a hora certa
9. Senso de Oportunidade: Perceber o momento exato de agir
10. Agilidade: Agir com desembaraço, leveza e vivacidade
11. Velocidade: Movimentar-se com rapidez
12. Preparo Físico: Manter-se em boa forma
13. Força: Manter os músculos com energia para enfrentar os momentos decisivos
14. Técnica: Ter capacidade de atingir o objetivo com precisão
15. Confiança: Acreditar totalmente em sua capacidade
16. Determinação: Tentar de novo, caso a investida não dê certo
17. Fator Surpresa: Surpreender o alvo
18. Ousadia: Aventurar-se, inovando rumos e atitudes, sem medo de se expor
19. Segurança: Cuidar das condições necessárias para viver e trabalhar de forma segura
20. Responsabilidade: Honrar seus compromissos

Do livro “Voando como a Águia” - Prof. Gretz.

Link para download do arquivo .doc http://www.megaupload.com/?d=DRHW4GDB

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A importância de caminhar pela empresa.



Tenho conversado com vários gerentes e supervisores de empresas que se vêem muito bem posicionados em suas salas e se esquecem de sair “da toca” para ver o que está acontecendo na empresa. Isso é muito ruim para este profissional que deixa de olhar nos olhos daqueles que estão à frente dos processos, executando-os no dia a dia e é também ruim para aqueles que não se sentem confortáveis para propor uma solução, sugerir uma alteração ou até “jogar um pouco de conversa fora” como se diz popularmente. A variabilidade de situações aumenta proporcionalmente à velocidade das informações, uma vez que o mundo está girando cada vez mais rápido se considerarmos o volume de dados que recebemos e podemos transformá-los em informações e então em conhecimento.


É no “chão de fábrica” que as coisas literalmente acontecem e por esta razão é lá o laboratório de supervisores e gerentes, cada uma na sua proporção de tempo e de freqüência. Nestes momentos é que os colaboradores sentem-se à vontade para “desabafar” uma dada situação que muitas vezes envolve e afeta o clima da organização. É lá que se percebe o equilíbrio (ou desequilíbrio) entre o volume de serviço dos departamentos, tem-se a oportunidade de questionar e ser questionado, de se descobrir talentos e até perceber quem será um novo líder ou supervisor.

Lembro de uma situação em que um jovem estagiário de nossa empresa ao término do seu estágio não fora contratado pois não tínhamos vaga para contratação em definitivo, porém foi contratado por uma empresa de montagem de antenas e alguns meses depois o supervisor de sua linha de montagem precisou se ausentar por alguns dias. O gerente da planta parou para um cafezinho com a turma de supervisores e montadores e dentre tantas coisas que ouviu, ficou gravado que um dos novos colaboradores demonstrava uma capacidade diferenciada de se comunicar com seus colegas e era bem aceito pelo grupo. Bingo! No dia seguinte identificou o rapaz e lhe deu a oportunidade de supervisionar uma pequena célula da linha de montagem. Após umas poucas palavras de orientação e um treinamento “on the job” constatou-se a realidade de terem em mãos um excelente profissional que certamente contribuiria muito para o crescimento da empresa.

Portas abertas para receber colaboradores nem sempre são portas que recebem visitas, pois o dono da sala, ou seja, VOCÊ, nem sempre está pronto para ouvir quando se trata do seu habitat. Já em outro setor ou na linha de montagem, o colaborador se sente mais confortável para colocar seus pontos de vista e até de demonstrar com exemplos práticos aquilo que levaria algum tempo para expor em uma conversa apenas.

Saia de sua sala, de sua mesa e ande pela empresa de vez em quando e deixe bem claro que você não está ali para pegar ninguém fazendo coisas erradas, tudo o que você quer é aprender com aqueles que estão literalmente com a mão na massa. Tenho certeza que você vai se surpreender.

Em tempo: isso não quer dizer que você vai passar o tempo todo somente andando pela empresa, certo?